"QUANTO A MIM, TENHO QUE LHES DIZER QUE AS ESTRELAS SÃO OS OLHOS DE DEUS VIGIANDO PARA QUE TUDO CORRA BEM. PARA SEMPRE. E, COMO SE SABE, SEMPRE NÃO ACABA NUNCA." (CLARICE LISPECTOR)



segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Dos beijos guardados...



(...) Reduzistes o meu universo a pedaços que navegam no espaço sem sentido, vertiginosamente, enquanto eu guardo beijos no céu da boca para encher a tua noite de estrelas...

domingo, 28 de novembro de 2010

Daquilo que é indispensável...


Escutai, pois! Se as estrelas se acendem
é porque alguém precisa delas.
É porque, em verdade, é indispensável,
que sobre todos os tetos, cada noite,
uma única estrela, pelo menos, se ilumine.

[...]


sábado, 27 de novembro de 2010

Das sei lá o quê... rs





[Mais vontade e menos necessidade, urgente. Reciprocidade, please!]


Das ilusões...










"Eu acredito na continuidade das coisas que amamos, acredito que para sempre ouviremos o som da água no rio onde tantas vezes mergulhamos a cara, para sempre passaremos pela sombra da árvore onde tantas vezes paramos, para sempre seremos a brisa que entra e passeia pela casa, para sempre deslizaremos através do silêncio das noites quietas em que tantas vezes olhamos o céu e interrogamos o sentido. Nisso eu acredito: na veemência destas coisas sem princípio nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traídos.

E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros.


Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre." 



[Ainda com vc no pensamento...]



sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Das iniciativas que causam orgulho...


Dia de Alegria na escola Luís Flávio (Educação Infantil)

Amigos da Criança é um projeto belíssimo e que tem levado alegria e esperança à nossa comunidade.

Romilson & família... obrigada por essa manhã tão encantada!


Rony & Belinha

euzinha rs

Linda coreografia. Parabéns crianças!

 Nossa querida amiga e diretora Maria do Socorro

 Essa galerinha é demais!



Das esperanças...


"Foi tanta estrela caindo que agora eu mal consigo enxergar de tanta esperança."

Das felicidades certas...


"Eu amo morar no teu abraço."


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dos abandonos...


"...Eu sei, a vida passa e a gente passa de fase. Quando se ver não é mais uma necessidade, mas apenas uma iminência, as pessoas se separam. Minto, as pessoas não se separam, elas se abandonam."

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Das pessoinhas que chegam...








"Tem gente que chega,
faz casa,
abre janelas,
ameniza dores,
e depois,
nos prende a alma
de um jeito
que a gente não vive sem ela."

Das pessoinhas que trago no coração³...


"Recentemente, a vida, tecelã de ternuras que é, preparou para mim uma das suas melhores surpresas: um amigo novo. Embora ela já tivesse me presenteado outras vezes da mesma maneira, recebi o presente com ares de primeira vez. Era mesmo, de certa forma. O encontro de duas pessoas é sempre inédito, único, não há outro idêntico. Cada afeição compartilhada tem uma cara que é só dela. Uma dinâmica que é só dela. Uma atmosfera toda peculiar. Uma música. Um jeito próprio de rir.

E o amigo novo chega na vida da gente e fica tão à vontade que tem hora que parece até amigo antigo, essa história do tempo do coração tantas vezes não ter nada a ver com o do calendário. É como se os vínculos de afeto já existissem no vasto território da alma, antes de acontecerem, de fato. A cada encontro com um novo amigo, eu me surpreendo outra vez: como não o conhecia se quando olho para ele é como se sempre estivesse aqui? Como ele ignorava a minha existência se, quando me olha sinto que sabe tanto sobre mim sem que eu tenha lhe contado?

Ao encontrar o amigo novo, senti o viço que se esparrama na alma toda vez que um afeto floresce, as folhas muito verdes, os galhos carregados de brotos de amor. Senti vontade de lhe mostrar os meus brinquedos e de conhecer os dele. Senti o entusiasmo de falar e de ouvir, mas também o descanso que há em não precisarmos de palavra alguma para nos compreendermos. Só a afinidade legítima é capaz do silêncio sem embaraço. Só ela permite uma outra maneira de fala. Um idioma que apenas o coração domina. Uma comunicação que acontece numa frequência diferente de toda lógica.

É no olhar, sobretudo, que a amizade se confirma. É no jeito de olhar que nos reconhecemos no primeiro momento, nós, amigos recentes de longas datas. Isso porque amigo tem esse olhar bom: ele nos olha como se realmente quisesse nos ver, sem nenhum outro interesse que não seja a oportunidade boa e rara de partilhar amizade. Ele nos vê e permanece ao nosso lado, esse conforto que palavra alguma é capaz de traduzir. Esse detalhe grandioso que faz toda a mágica acontecer, porque amar é também a arte de cuidar com os olhos.

Amigo novo é primavera reinaugurada, não importa qual seja a nossa estação. A sua chegada nos faz lembrar outra vez que, por mais que o tempo passe, o amor não perde essa antiga mania de continuar a florir."


[Rony, hoje todo o meu carinho é dedicado a vc.
Felicidades mil, pessoinha admirável!]

Das palavras ocultas...


“Muitos desejos não se consumam e continuam etéreos por causa das palavras covardes. Aquelas que não deixam apertar o botão 'enviar' depois de escrever alguns parágrafos sinceros ou que ficam falando de longe e bem baixinho dentro da cabeça para não te ligar de madrugada quando estava pensando em você e tudo fazia sentido. Ficam ocultas por anseios e medos. Por idiossincrasias e insegurança na falta da reciprocidade.

E não tomo coragem, mas invento analogias em planetas fantásticos para tentar fazer você sentir o que estou sentindo. Escrevo para o mundo, mas, na verdade, essas palavras têm direção e destino.

Porque ao final, todas as conversações, todas as palavras, todos os fragmentos – no discurso amoroso – consistem em dizer ao ser amado:

estou aqui, perceba-me."

Daquilo que fui capaz...

"Teus lábios são labiritos que atraem os meus instintos mais sacanas..."



"Se eu tivesse a força
Que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele
O teu desenho
Feitos um pro outro
Feitos pra durar
Uma luz que não produz
Sombra"



[Tatuei no corpo. Na época, tbm, no coração. 
Hoje saiu do coração, permanece no corpo. Loucura!]

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Da (doce) ilusão...


"Aqui estou eu. Você me busca e me quer sem ao menos saber quem sou. Adoço tua boca; te ganho e te conquisto por apoiar tuas loucuras; quaisquer delas, por isso, permito que te escondas nas tuas próprias mentiras. Conto a você, tudo o que quiser ouvir. Invento histórias; crio qualquer enredo, se assim você o gostar. Sou amante dos teus desejos e planos tantos. Quero habitar em ti e me fazer ser o único que vês e que procuras. Tomo a forma que lhe convém, e te convido ser entregue toda a mim. Esqueça dos outros, do comum, do qualquer, pois quero te enlouquecer e fazer perder todo o controle. Serei autor de muitos dos teus impulsos, até dos mais e mais secretos. Convite de múltiplas escolhas, pois comigo, vais respirar macio. Pelo menos por um tempo. A instigar teus sentidos; a jogar com você. Alimentar teu corpo, e seduzir tua vontade. Prazer é o que venho lhe trazer em nuances e cores muitas.

Prazer, meu nome é Ilusão."
 
 
[Retirado sem autorização do blog A Ilha de um homem só]
 
 

Dos amores solitários...


"O tempo se apossou do que havia. Foi quando pude te explicar que as minhas expectativas não eram exigências. Já que fomos tão inábeis para o amor, restou enfim, essa ternura encabulada e nossas conversas pela madrugada numa hora em que a saudade nos constrói as frases com todos os adjetivos mais suaves para não espantar o sono. E a consciência de que não há mais tempo para usufruir o que não foi aproveitado a tempo. Por isso choramos apenas por dentro sem deixar que nossa voz denuncie nosso olhar raso de esperas intactas. Por isso tanta doçura nas palavras pra não ferir ainda mais essa melodia frágil e cheia de melancolia. E essa tentativa de que o abraço, apenas escrito, tenha outras formas de tocar. Porque queríamos a mesma coisa, exatamente o que nos faltava e que não soubemos porque não tínhamos para dar. Seguimos, ainda assim, unidos não por sentirmos o mesmo amor, mas por compartilharmos aquela mesma solidão."


Das (in)capacidades...


"O que tem me mantido vivo hoje é a ilusão ou a esperança dessa coisa, 'esse lugar confuso', o Amor um dia. E de repente te proíbem isso. Eu tenho me sentido muito mal vendo minha capacidade de amar sendo destroçada, proibida, impedida."

[...]


Das coisas que eu teria dito...


"Olha, eu estou te escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo o meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não queria que fosse assim. Eu queria que tudo fosse muito mais limpo e muito mais claro, mas eles não me deixam, você não me deixa"


Das mudanças...


"...Nenhum dos dois quis mudar. Mudar era visto como piorar, infelizmente.
Nos amamos o suficiente para morrer, não o
suficiente para nascer de novo."


Daquilo que cada um é...


"Cada pessoa é um mundo. Cada pessoa tem sua própria chave e a dos outros nada resolve, só se olha para o mundo alheio por distração, por interesse, por qualquer outro sentimento que sobre nada e que nos é vital, o 'mal de muitos' é consolo, mas não é solução."

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dos caminhos errantes...


"Vou sair para ver o mar e me perder entre os labirintos que distanciam nossos passos.
Vou te procurar entre as estrelas e os satélites distraídos, que confusos
 me ditaram caminhos errados e esparsos."

domingo, 21 de novembro de 2010

De onde vem...


Conta pra mim de onde a gente se conhece. De onde vem a sensação de que sempre esteve aqui, quando eu sei que não estava. Conta por que nada do que diz sobre você me parece novidade, como se eu estivesse lá, nos lugares que relembra, quando eu sei que não estive. Conta onde nasce essa familiaridade toda com os seus olhos. Onde nasce a facilidade para ouvir a música de cada um dos seus sorrisos. Onde nasce essa compreensão das coisas que revela quando cala. Conta de onde vem a intuição da sua existência tanto tempo antes de nos encontrarmos.


Conta pra mim de onde a gente se conhece. De onde vem o sentimento de que a sua história, absolutamente nova, é como um livro que releio aos poucos e, ao longo das páginas, apenas recordo trechos que esqueci. Conta de onde vem a sensação de que nos conhecemos muito mais do que imaginamos. De que ouvimos muito além do que dizemos. De que as palavras, às vezes, são até desnecessárias. Conta de onde vem essa vontade que parece tão antiga de que os pássaros cantem perto da sua janela quando cada manhã acorda. De onde vem essa prece que repito a cada noite, como se a fizesse desde sempre, para que todo dia seu possa dormir em paz.

Conta pra mim de onde a gente se conhece. De onde vem essa repentina admiração tão perene. De onde vem o sentimento de que nossas almas dialogavam muito antes dos nossos olhos se tocarem. Conta por que tudo o que é precioso no seu mundo me parece que já era também no meu. De onde vem esse bem-querer assim tão fácil, assim tão fluido, assim tão puro. Conta de onde vem essa certeza de que, de alguma maneira, a minha vida e a sua seguirão próximas, como eu sinto que nunca deixaram de estar.

Conta pra mim por que, por mais que a gente viva, o amor nos surpreende tanto toda vez que vem à tona.


[...]

 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Das impossiblidades...


"Quando você prometeu que aquela estrela seria para sempre minha, esqueceu de me dizer o quanto seria difícil isso. O quanto seria difícil acreditar nisso. E acreditar em você. Um amor em forma de estrela. Uma estrela em forma de Amor. E dois seres distantes, anos luz distantes, próximos, tão próximos, que quase podiam se tocar. Você esqueceu de me dizer o quanto isso seria difícil. Não fosse essa estrela, que todo dia brilha na minha janela, eu já teria enlouquecido."
[...]


Das canções especiais...

Cuida de mim



Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso

Além do mais, quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou;
Você, pra mim, mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você

Cuida de mim enquanto finjo, enquanto finjo, enquanto fujo.
Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas, crio asas, viro querubim
Sou da cor, do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu

Volto atrás, se voltar atrás assim como eu.
Busquei quem sou
Você, pra mim, mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo, enquanto finjo.



[Amanheci com essa canção no pensamento]


Do que fere...


     "Dramática é uma palavra muito forte, porque nada em mim dói de brincadeira. Se eu tô dizendo que feriu, é provável até que eu esteja minimizando o quanto para não culpar o "culpado". Infelizmente é a minha atual realidade. Não acho que eu seja o último ser-humano da face da Terra, muita gente passa por isso, mas como disse Elis Regina - "As pessoas estão ressabiadas de dizer que GOSTAM das outras."
     E o mais cruel não é nem a capacidade das pessoas fazerem isso com as outras, mas a incapacidade de se colocarem no lugar daqueles que são criticados. Todo mundo me diz o que fazer e como agir, mas ninguém tenta se colocar no meu lugar por um segundo e tentar entender os motivos das minhas ações, a minha vida, o que me ocorre, os meus problemas (nem os reflexos das ações alheias, diga-se de passagem), e tantas outras coisas que são indiscriminadamente desprovidas de qualquer tipo de maldade, de qualquer tipo de intencionamento ou qualquer coisa que seja propositadamente negativa mesmo com quem talvez merecesse um justo sacode. E a ausência dessa maldade não faz de mim uma pessoa boa nem melhor que qualquer outra. Só faz de mim alguém que ainda pensa carinhosa e cautelosamente em qualquer pessoa que eu seja capaz de amar e perdoar."

Das sábias decisões...


"Às vezes é preciso recolher-se. O coração não quer obedecer, mas alguma vez aquieta; a ansiedade tem pés ligeiros, mas alguma vez resolve sentar-se à beira dessas águas. Ficamos sem falar, sem pensar, sem agir. É um começo de sabedoria, e dói. Dói controlar o pensamento, dói abafar o sentimento, além de ser doloroso, parece pobre, triste e sem sentido. Amar era tão infinitamente melhor; curtir quem hoje se ausenta era tão imensamente mais rico. Não queremos escutar essa lição da vida... Amadurecer parece algo sombrio, definitivo e assustador. Mas às vezes aquietar-se e esperar que o amor do outro nos descubra nesta praia isolada é só o que nos resta. Entramos no casulo fabricado com tanta dificuldade, e ficamos quase sem sonhar. Quem nos vê nos julga alheados, quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é ambigüidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem sabe, um dia os seus acenos."


[Recolher-se]


Dos atos e palavras...


"Não a devia ter escutado - confessou-me um dia - não se deve nunca escutar as flores. Basta olhá-las, aspirar o perfume. A minha embalsamava o planeta, mas eu não me contentava com isso. A tal história das garras, que tanto me agastara, me devia ter enternecido..."






 


Confessou-me ainda:









"Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava... Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar."


Dos defeitos...


"Eu causo nas pessoas um tipo de enjôo com meu jeito, com minha carência, com minha ânsia por atenção. Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias atuais. Talvez esse seja meu pior defeito."



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dos pequeninos começos...

Da delicadeza e sabedoria...


"Que eu tenha delicadeza para acolher aqueles que entrarem na roda e sabedoria para abençoar aqueles que dela se retirarem."


Da falta de cultivo...

Esses dias estive pensando...


"Algumas amizades são proibidas. Não porque sejam erradas.
Mas porque alguém, de cabeça errada, decidiu podá-las com
medo de que florissem demais."


[...]



Das lições...



[Biel & Gabi... eterno amor!]



4 meses sem teu colinho...


"Como doem as perdas para sempre perdidas.
E, portanto, irremediáveis.
Transformadas em memórias...
Iguais pequenos paraísos-perdidos."
 
 
[E quem diria que algo tão banal iria te arrancar de nós, assim, bruscamente.
Eu senti cada pedacinho da tua dor. Compartilhei cntg à distância esse tormento.
Chorei pelos cantos. Gritei chateada. Desesperei. Enlouqueci...
 Ainda não me acostumei com esse vazio imenso que ficou.
Mta falta dos teus beijos cicatrizantes...
Da tua gargalhada gostosa...
Da tua ternura...
Do teu amor...
 
 
Dor...
Dói...
 
 
 
 
Bjs doces de saudade... Amo-te!]
 
 
 
 

De como tenho me sentido nos últimos dias...




[Exatamente assim...]


Do que sou...


"Sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro. Sou um coração batendo no mundo."


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Carinhosamente ofereço esse selinho para vocês que visitam o meu cantinho.


Bjs doces e estrelados!

 

Das pessoinhas que trago no coração²...


Diante de todo aquele momento difícil... lá estava ele, sem saber exatamente o que fazer ou dizer... Ele meio que murmurava: Tenha fé!

Sabe, foi importante poder compartilhar com vc, pequenos e grandes momentos, palavras e silêncios, dores e alegrias... assim, do nosso jeito.

Te enxergo lá longe... no futuro...  E...

Confesso que estou perdidinha com tanta coisa dita nesses últimos meses...

Vc me ama meeeeeeeeeeeeeeeesmo mesmo?! rsrs

Eu tbm, meu querido!

Agradeço por suportar meu mau humor, meus dias de TPM, meus momentos de loucura...

Como consegue hein?! rsrs

....................................



Bjs doces, meu amado amigo... 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Das pequenas grandes dores...

  "Olhos rasos, alguns fatos nos parecem pequenos para causar tanto sofrimento, sem imaginarmos o tamanho das dores que eles fizeram acordar."


“Tentava sentir baixinho,

mas

o

amor

fala

alto,

mesmo quando silencia."



Das promessas quebradas...


"Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
A estrela que eu escolhi não cumpriu com o que eu pedi

E hoje não a encontrei..."



[Saudade]


Dos dias vazios...

C H O V E

              
                  A Q U I


                          D
                  E
                  N
                  T
                  R
                  O

                                       D E     M I M !



"Teu silêncio me agride."

[...]


Da falta...


"...ando devorando músicas para encontrar você nas palavras dos outros."


[...]


domingo, 14 de novembro de 2010

Dos olhares...


"Olhares de redenção não salvam, não fecham feridas, só aumentam a saudade
de uma vida que não foi, que não é, que não será."



Da minha solidão...


"Encontro a quem magoar com uma palavra ou um gesto. Mas nunca alguém que eu possa acariciar os cabelos, deitar a cabeça no ombro."


[É fato]


Do perigo...


"Tinha esquecido do perigo que é colocar o seu coração nas mãos do outro e
dizer: toma, faz o que quiser..."


[Foi isso que fiz...]


Da distância...


"Não adianta, no momento que as pessoas se afastam elas estão irremediavelmente perdidas uma pra outra."


[Vou ficar mto triste se a gente não puder se ver mais...
Nem qro pensar nessa possibilidade]


Dos sentimentos inexplicáveis...

"Acontece, porém que não tinham preparo algum para dar nome às emoções,
nem mesmo para entendê-las."




[Se eu não conseguir explicar, serve eu dizer
 que é imenso e tomou-me toda, da cabeça aos pés?!]