"QUANTO A MIM, TENHO QUE LHES DIZER QUE AS ESTRELAS SÃO OS OLHOS DE DEUS VIGIANDO PARA QUE TUDO CORRA BEM. PARA SEMPRE. E, COMO SE SABE, SEMPRE NÃO ACABA NUNCA." (CLARICE LISPECTOR)



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

“Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo.




Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.



A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso.

A única magia que existe é a nossa incompreensão.”


[Das minhas lágrimas e dores]

"Para estar junto não é preciso estar perto, e sim do lado de dentro."



[A minha saudade não cabe no peito... Transborda nos olhos vozinha]


domingo, 29 de agosto de 2010


“Esta é uma das significativas vantagens dos seres humanos - a de se terem tornado capazes de ir mais além de seus condicionantes.”

"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino."

"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."

"Educar  é um ato de amor, por isso, um ato de coragem."


"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda."


"Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo."


"Ai de nós, educadores e educadoras, se deixarmos de sonhar sonhos possíveis."


"O educador se eterniza em cada ser que educa."



[Meu mundo... Amo tudo isso]



"...É preciso acabar com esse medo de ser
tocado lá no fundo. Ou é preciso
que alguém me toque profundamente
 para acabar com isso."

sexta-feira, 27 de agosto de 2010


"Entenda, a vida tem me embalado de um jeito tão único

que só encontrei meus passos com total entrega.

Quando desando, sei bem o que quero...

Mas não sei se posso.

Não quero licença para ser feliz.

Não mais."

"...Pra ela, abraços eram feito palavras ocultas.




Em cada um deles descobria uma passagem secreta.




Depois gostava de ficar ali, decifrando segredos."


[A magia do nosso abraço]

"Não
me
deixe
viver
o
que
 posso,



 que
me
seja
 permitido
 desaprender
os
 limites."
"Palavras não descrevem os olhos, as bocas, os braços e abraços, nem a alegria até então desconhecida, surgida de um (re) encontro.
 
Pra quem, há dias atrás, refletia tanto as obras do acaso, hoje compreende que realmente, o acaso não passa de um simples nada, e acredita em algo bem maior que isso. Que levará a um próximo reencontro, sem sombra de dúvidas.
 
Mas até lá, todas as músicas cantadas estarão na mente, todos os sorrisos que ainda não acreditavam no que estava acontecendo, todos os olhares que transpareciam toda a magia do momento."


"Não tenha medo de eu ser assim tão agora.
Nem desse meu agora ser do tamanho do mundo."



"Guarda o seu sorriso mais sincero:






é que lembranças bonitas fabricam lágrimas doces."


[Saudades da minha infância!]

“Ela é uma moça de poses delicadas,  sorrisos discretos e olhar misterioso.



Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura.



Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista.


Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo.


Dentro dela tem um coração bobo,  que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez.



Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna.”

[Ela... Eu...]

quinta-feira, 26 de agosto de 2010


[E nas maiores também]




Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. Chegue bem perto de mim. Me olhe, me toque, me diga qualquer coisa ou não diga nada, mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada. (...) Não vou perguntar porque você voltou, acho que nem mesmo você sabe... (...) Só vou perguntar porque você se foi, se sabia que haveria uma distância, e que na distância a gente perde ou esquece tudo aquilo que construiu junto. E esquece sabendo que está esquecendo...


[Certas coisas são difícieis de entender/aceitar]

terça-feira, 24 de agosto de 2010

"...Recuse minha incapacidade de me achar amada

e me ame."

 

[Por favor]


"Senta apenas ao meu lado e deixa o meu silêncio conversar com o seu.
Às vezes, a gente nem precisa mesmo de palavras."

[Luís Miguel]


Perfeita Simetria

Toda vez que toca o telefone

Eu penso que é você
Toda noite de insônia
Eu penso em te escrever
Pra dizer
Que o teu silêncio me agride
E não me agrada ser
Um calendário do ano passado
Pra dizer que teu crime me cansa
E não compensa entrar na dança
Depois que a música parou
A música parou (Parou!)


Toda vez que toca o telefone
Eu penso que é você
Toda noite de insônia
Eu penso em te escrever
Escrever uma carta definitiva
Que não dê alternativa
Pra quem lê
Te chamar de carta fora do baralho
Descartar, embaralhar você
E fazer você voltar



[Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades iguais
Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades iguais
O teu maior defeito
Talvez seja a perfeição
Tuas virtudes
Talvez não tenham solução
Então pegue o telefone
Ou um avião
Deixe de lado
Os compromissos marcados
Perdoa o que puder ser perdoado
Esquece o que não tiver perdão
E vamos voltar aquele lugar
Vamos voltar
(...)




[Ah... as lembranças... As boas e malditas lembranças]

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

"Entre por essa porta agora


E diga que me adora


Você tem meia hora


Pra mudar a minha vida..."


[Se vc quiser]



Rifa-se um coração...
Um coração idealista.
Um coração como poucos,
Um coração a moda antiga.
Um coração moleque que insiste em pregar
peças em seu usuário.

Rifa-se um coração que na verdade está
um pouco usado,
meio calejado, muito machucado,
e que teima em cultivar sonhos e alimentar ilusões.
Um pouco inconseqüente e que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração que acha que
Tim Maia estava certo quando escreveu e
tão bem cantou...
"...NÃO QUERO DINHEIRO, QUERO AMOR SINCERO, É ISSO QUE EU ESPERO..."
Um idealista, um verdadeiro sonhador...

Rifa-se um coração que nunca aprende,
que não endurece e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato,
que comanda o racional sendo louco
o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando relações
e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, que briga, se expõe
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e às vezes rever suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este mesmo coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que
abre sorrisos tão largos
que quase dá para engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas e faz
murchar meu rosto.
Um coração para ser alugado ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado, apenas indicado para quem
quer viver intensamente,
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.

Rifa-se um coração tão inocente que se mostra
sem armaduras e deixa louco seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer a São Pedro:
-"O Senhor pode conferir, eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi
este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer."

Rifa-se um coração,
ou mesmo troca-se por outro que tenha um
pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser
que o abriga tão carinhosamente.
Um coração que não seja tão inconseqüente.

Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que
ainda não foi adotado,
provavelmente, por ainda se recusar a cultivar
ares selvagens ou racionais,
por não querer perder seu estilo e sua
verdadeira identidade.
Oferece-se um coração vadio, sem raça,
sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos,
que mesmo estando no mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário
a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta.
"Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável."



[Difícil é convencer esse coração teimoso... Ele te quer de qualquer jeito]


Hoje o dia é todo seu...


Parabéns Carlos Alberto...
Carinhosamente Maninho
Que papai do Céu ilumine sua vida.
Amo você!


Lição de um anjo



Num velho castelo que existe
E que costumo visitar
Foi que encontrei um anjo triste
Sentado num canto, olhando o luar.


Foi-me triste ver tal cena,
Cheguei até a me sentir mal.
Confesso: tive até pena
Daquele ser celestial.



E disse: “-Ó anjo amigo,
Quero dar-te a alegria.
Deixa, meu anjo, comigo
Que numa canção eu te abrigo
E encerro tua melancolia”.
 E cantei. Cantava sorrindo
E ele sequer notou meus arranjos.
Foi então que acabei descobrindo
Que eu não falava a “língua dos anjos”.


Que faço, Deus da minha vida?
Que faço? Vem me explicar!
Pois não suporto ver criatura tão linda
Sentada e triste, prestes a chorar.


E, no ímpeto da luz da idéia que nasce,
Eu, delicadamente, do anjo beijo a face...
...



Foi como se nascesse o dia
A luz que do anjo brotou.
Ele olhou-me com alegria,
Tocou-me com sua mão macia
E, voando, para o céu voltou.


“-Vai, anjo, que hoje me deste
Uma lição que seguirei com fervor:
Que a verdadeira linguagem celeste
Não é a dos anjos, pois tu me entendeste
Quando falei a linguagem do amor!”


P.S. Ele enviou-me o poeminha acompanhado do seguinte comentário: "Quando escrevi, linda Wal, eu certamente não a conhecia. Mas o poema parece com você!"


[Bjs estrelados meu anjo lindo]



"Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e eu perdi tudo;
mas tudo que eu coloquei nas mãos de Deus eu ainda possuo."

[Confiança inabalável]

"Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem
se sentir melhor e mais feliz."

 
[Apenas uma reflexão]




domingo, 22 de agosto de 2010

"Acredito em coisas sinceramente compartilhadas. Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo. Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou."

[Sobre meus momentos]

"Venha quando quiser, ligue,
chame, escreva - tem espaço
na casa e no coração, só não
se perca de mim."





[Esse é meu desejo para hoje]

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Que todos os dias sejam de festas em teu coração!!!


O aniversário é teu, a felicidade é nossa!

Amo você, Tchotcho!


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

"Você é a inspiração pra minha palavra.
A frase incompleta pra minha história sem fim."


"Se a saudade te solidificasse, choraria estrelas..."


[Sobre as perdas]



"O que é importante não se vê... É como com a flor. Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é bom, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas. É como a água. Aquela que me deste para beber parecia música, por causa da roldana e da corda... Lembras-te como era boa? (...)
À noite, tu olharás as estrelas. (...) Minha estrela será para ti qualquer uma das estrelas. Assim, gostarás de olhar todas elas... Serão, todas, tuas amigas. E, também, eu te darei um presente... (...)
As pessoas vêem estrelas de maneira diferente. Para aqueles que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para os sábios, elas são problemas. Para o empresário, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu, porém, terás estrelas como ninguém nunca as teve... Quando olhares o céu de noite, eu estarei habitando uma delas, e de lá estarei rindo; então será, para ti, como se todas as estrelas rissem! Desta forma, tu, e somente tu, terás estrelas que sabem rir!
E quando estiveres consolado ( a gente sempre se conforma), tu ficarás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E às vezes abrirás tua janela apenas pelo simples prazer... E teus amigos ficarão espantados de ver-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: 'Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!' E eles te julgarão louco. Será como uma peça que te prego...Será como se eu te houvesse dado, em vez de estrelas, montes de pequenos guizos que sabem rir... (...)
Será lindo, sabes? Eu também olharei as estrelas. Todas as estrelas serão como poços com uma roldana enferrujada. Todas as estrelas me dão de beber... Será tão divertido! Tu terás quinhentos milhões de guizos, eu terei quinhentos milhões de fontes... "